"Deixe que os seus julgamentos tenham a sua evolução natural, silenciosa. Não se oponha a esta evolução que, como todo o aperfeiçoamento, deve vir do âmago do seu ser e não pode suportar nem coação nem pressa (...) É necessário deixar cada impressão, cada germe de sentimento, amadurecer em si, na treva, no inexprimível (...) Ao simples fiéis, a Arte exige tanto como aos criadores"
(R. M. Rilke: Cartas a um jovem poeta, III).

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