sábado, 29 de janeiro de 2011
/A\ barra dos comuns/
Procura-me sempre onde não estou: não há ninguém escondido aqui dentro, mas quase tudo ocultado LA fora! Você não tem consciência?!
Perto agora de lugares por onde nunca andou: estranhos familiares! Esquinas de canto de olho, sustos subcomuns! Perto mora o Estranho, tão comum lá fora onde se esconde, já nas distâncias em que se presume o reconhecer! O temor do mais familiar!
FELLIPE KNOPP

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