sexta-feira, 6 de maio de 2011
Poema para qualquer coisa
Regurgito a ânsia famígera
a cada imagem delimito
ignolência da poeira mísera
desaforar-se tal maneira em cada passagem
Da lama muita ao muito pouco cada fiasco
a dose do veneno em cada frasco
circula o impulso à tua alma o pífio
dá má conduta a despender-se em vício
a cada um presto a cuspir meu asco
à calma de meu semblante nem sempre sereno.
FELLIPE KNOPP
a cada imagem delimito
ignolência da poeira mísera
desaforar-se tal maneira em cada passagem
Da lama muita ao muito pouco cada fiasco
a dose do veneno em cada frasco
circula o impulso à tua alma o pífio
dá má conduta a despender-se em vício
a cada um presto a cuspir meu asco
à calma de meu semblante nem sempre sereno.
FELLIPE KNOPP
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