quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Arestas do ofício verbal
Não se aproxime
nem se intrometa
com teu chilique sorrateiro
aqui não é lugar para que vosso rabo sujo se valorize
cadelas marionetas
animadoras de despedida de solteiros
tomando em todos os orifícios
além da buceta
jorrando tuas gonorréias
por todas as canaletas
messalinas fascinadas
não ruminem seus palpites
do vosso núcleo de putricina
das porcas e seus fetiches
nada tinham que ver com minha vida
qualquer chilique vindo de vós é demais
vira-latas que saem de madrugada
escorrendo na hora da saída
para atender as farras dos primos
do clubinho de vadios dos pais
de cana e carteado
e apostas obtusas
de lembrança da festinha
do salto o pé descalço
cada "primo" arranca um pedaço
das blusas das cadelinhas
deixam a calcinha...
e os pais degenerados
das quengas e dos salafrários
financiam moralmente seus atos
e as cadelinhas descontentes
depois de dar pra uma comitiva
com o prazer de seu ofício
em cada trepada dada
duas ou três picas por orifício
entre vadias oficiais e suplentes
que em favor dos seus delinquentes
pra quem se rasgam ardentemente
se metem na vida da gente
capachas hiperativas
que depois de serem pisadas
entre cuspes e risadas
tentam armar ciladas
com suas carências afetivas
à honra de homens decentes
e os pais de tais cadelas
mais comidas que mortadelas
incentivam desvairados
o aviltamento do sujeito ao lado
depois fogem feito ratos
fingindo-se de inocentes
Não sou da laia de vocês!
Que trocam as pernas pelo rabo,
que se chamam de trabalho,
em meio a embriaguez.
Vacas e porcos tapados
não sou vosso empregado
nem vosso garoto de recado
pra me envolverem em seu babado
que escorre por vosso rabo.
Se têm carência afetiva
demandem a quem lhes enfia o nabo.
Não sou babá de vadios
tudo eu avalio
pra ratos eu não alivio
caprichos de vacas eu não auxilio.
Não sou garoto de recado
nem de ego-masturbação
Sou um cara graduado
com honras fui laureado
por mérito condecorado
em minha formação
Com tantos dez
que não haveriam dedos
para contar com as mãos.
A vaidade de suas putas é no salão.
Fodam-se vossas carências
não satisfeitas na indecência
ao se darem sem resistência
à ordem do cafetão.
Não me venham com meliências
de chilique não tenho incumbência
conheço minha competência
e o valor de minha paciência
não sou irmão de vadia
nem teu pai meu patrão
Se fostes gozar com porcos
abrindo todos os poros
contentasse-se ao seu galardão:
quem é montada por pangaré
desconhece quem doma alazão.
Agora vá pros seus vícios
entre peidos e suspiros
entre ratos e vadios
aceitar-se como você puder:
concubinas escarradas
entre picas e gozadas
com arrotos no meio da cara
a vida como ela é
deverem a quem não conhecem
e se deflorarem à mané
lambendo virilha e cheirando chulé
entre malandros e "primos"
entornando seu caldo
e os pais bebendo seu mér.
Que se fodam seus dilemas
não me envolvesse em vossos problemas
pois não pagas minhas contas
e nem és minha mulher.
Dê o seu rabo como quiser,
mas terás de acertar as coisas
mesmo se não puder.
nem se intrometa
com teu chilique sorrateiro
aqui não é lugar para que vosso rabo sujo se valorize
cadelas marionetas
animadoras de despedida de solteiros
tomando em todos os orifícios
além da buceta
jorrando tuas gonorréias
por todas as canaletas
messalinas fascinadas
não ruminem seus palpites
do vosso núcleo de putricina
das porcas e seus fetiches
nada tinham que ver com minha vida
qualquer chilique vindo de vós é demais
vira-latas que saem de madrugada
escorrendo na hora da saída
para atender as farras dos primos
do clubinho de vadios dos pais
de cana e carteado
e apostas obtusas
de lembrança da festinha
do salto o pé descalço
cada "primo" arranca um pedaço
das blusas das cadelinhas
deixam a calcinha...
e os pais degenerados
das quengas e dos salafrários
financiam moralmente seus atos
e as cadelinhas descontentes
depois de dar pra uma comitiva
com o prazer de seu ofício
em cada trepada dada
duas ou três picas por orifício
entre vadias oficiais e suplentes
que em favor dos seus delinquentes
pra quem se rasgam ardentemente
se metem na vida da gente
capachas hiperativas
que depois de serem pisadas
entre cuspes e risadas
tentam armar ciladas
com suas carências afetivas
à honra de homens decentes
e os pais de tais cadelas
mais comidas que mortadelas
incentivam desvairados
o aviltamento do sujeito ao lado
depois fogem feito ratos
fingindo-se de inocentes
Não sou da laia de vocês!
Que trocam as pernas pelo rabo,
que se chamam de trabalho,
em meio a embriaguez.
Vacas e porcos tapados
não sou vosso empregado
nem vosso garoto de recado
pra me envolverem em seu babado
que escorre por vosso rabo.
Se têm carência afetiva
demandem a quem lhes enfia o nabo.
Não sou babá de vadios
tudo eu avalio
pra ratos eu não alivio
caprichos de vacas eu não auxilio.
Não sou garoto de recado
nem de ego-masturbação
Sou um cara graduado
com honras fui laureado
por mérito condecorado
em minha formação
Com tantos dez
que não haveriam dedos
para contar com as mãos.
A vaidade de suas putas é no salão.
Fodam-se vossas carências
não satisfeitas na indecência
ao se darem sem resistência
à ordem do cafetão.
Não me venham com meliências
de chilique não tenho incumbência
conheço minha competência
e o valor de minha paciência
não sou irmão de vadia
nem teu pai meu patrão
Se fostes gozar com porcos
abrindo todos os poros
contentasse-se ao seu galardão:
quem é montada por pangaré
desconhece quem doma alazão.
Agora vá pros seus vícios
entre peidos e suspiros
entre ratos e vadios
aceitar-se como você puder:
concubinas escarradas
entre picas e gozadas
com arrotos no meio da cara
a vida como ela é
deverem a quem não conhecem
e se deflorarem à mané
lambendo virilha e cheirando chulé
entre malandros e "primos"
entornando seu caldo
e os pais bebendo seu mér.
Que se fodam seus dilemas
não me envolvesse em vossos problemas
pois não pagas minhas contas
e nem és minha mulher.
Dê o seu rabo como quiser,
mas terás de acertar as coisas
mesmo se não puder.
FELLIPE KNOPP
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