versatilidade polimorfológica

VERSATILIDADE POLIMORFOLÓGICA

http://theorikondoxas.blogspot.com/

DECIFRA-TE ouTE DEVORAS!
ou dê-cifra-te /ou te-dê-voraz




POESIA sem concessões; ARTISTA autônomo; MÉRITOS sem contrafação ; PRESTÍGIO sem adulações.
O blog que a inveja não deixa ver : seu espaço ultra-seleto! Para pessoas realmente inteligentes, para uma recepção Verdadeiramente Vanguardista!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ang.ulação loco-motiva


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Você finge amor
eu falo em reparação
você finge seduzir
ambivalente comoção
puderas pensar ser dor
nos inerstícios de minha expressão
enxerga o que queres
olhando o que não vês,
Ang.ulação
você blefa sentimento
mas quase tudo se perde no tempo
já passou o momento
de eu fingir cair em quase todo fingimento!
Nem mesmo lamento!
(Só me interessa meu provento)

FELLIPE KNOPP



Vultos do calabouço

Lembro-me ainda da ausência da palavra
quando a infâmia me privou o diálogo
quando a mordaça moral fez com que palavras alheias se acumulassem
e como turbilhão se tornassem imagem
caótica repetição densa,
caoisal
ainda lembro quando as aulas na faculdade eram uma das oportunidade de expressão
e ainda assim tentavam tolher-me
lembro-me da alquiverborragia comprimida
que metamorfoseava o logos em representação congelada
idéias em blocos de iceberg, conceito-subtração, sintoma simulado
a ausência da palavra se acumula
absentia do inferno gramatical
chamas de um bombardeio invasivo
de sonidos sem conceito
foram 3 durodouros anos fora outras tantas coisas! absenteístico
a alma que forçadamente encarcerou o verbo: sua forma de não ser-no-mundo
represa de verbo,
o gelo da palavra significa congelamento da imagem
cubos de ícones no coquetel do discurso
imagem sem espelho, espelho tórrido
signos engessados em sintoma abaixo de zero
(enquanto o calor do ambiente transforma a alma num vulcão
o esforço inenarrável da intelecção pôs termo ao caos)
corpo significante vazio que enche a massa mental!
não sei o nome que se dá a àquilo tudo
mas parece tortura


FELLIPE KNOPP,
Ateu


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Penumbra sob o sal





Gostas da brisa e da arrebentação
delírios ao léu nas tormentas do bem
do mar as ondas marotas, da maresia também
ignorando-se que outra tormenta advém
o vento dos presságios nas lembranças que vem
tentando eclipsar o fator evidente, não vendo a quem
para que não se sinta a culpa da culpa que têm!

FELLIPE KNOPP,
Ateu






sábado, 12 de fevereiro de 2011

/A\ barra dos comuns/


sábado, 29 de janeiro de 2011



/A\ barra dos comuns/



Procura-me sempre onde não estou: não há ninguém escondido aqui dentro, mas quase tudo ocultado LA fora! Você não tem consciência?!

Perto agora de lugares por onde nunca andou: estranhos familiares! Esquinas de canto de olho, sustos subcomuns! Perto mora o Estranho, tão comum lá fora onde se esconde, já nas distâncias em que se presume o reconhecer! O temor do mais familiar!




FELLIPE KNOPP