
10-09-02
Ode aos Knopp
Em especial a William Knopp, meu saudoso Pai, e a meu avô, Ivo Knopp
Em terra desolada,
de riquezas escassas,
criou sua história,
vingou sua casa.
Crescera estoicamente
em terra desolada,
de um cinza celeste,
de várzea gelada,
Noites infindas;
tardes sombrias;
Lua de neve;
opaca alegria;
Inverno a cortar-lhe os lábios;
o vento a ferir-lhe os olhos;
em fria jornada,
espinhos e abrolhos.
Crescera entre as pedras,
Botão da Flor Teutônica.
Surpreendeste a desgraça,
te olhou catatônica.
Suprimiu tua dor
e o pranto de tua cria,
em dias sem nada,
em noites tão frias.
Resistindo e lutando
por dias felizes.
Em terra desolada
fincou suas raízes.
Resistiu dentre pedras,
dentre lobos ferozes,
dentre garras afoitas,
dentre lanças velozes.
Vingará o grão regado
com as lágrimas de tuas crianças.
Germina germano,
germana a esperança.
Ode aos Knopp
Em especial a William Knopp, meu saudoso Pai, e a meu avô, Ivo Knopp
Em terra desolada,
de riquezas escassas,
criou sua história,
vingou sua casa.
Crescera estoicamente
em terra desolada,
de um cinza celeste,
de várzea gelada,
Noites infindas;
tardes sombrias;
Lua de neve;
opaca alegria;
Inverno a cortar-lhe os lábios;
o vento a ferir-lhe os olhos;
em fria jornada,
espinhos e abrolhos.
Crescera entre as pedras,
Botão da Flor Teutônica.
Surpreendeste a desgraça,
te olhou catatônica.
Suprimiu tua dor
e o pranto de tua cria,
em dias sem nada,
em noites tão frias.
Resistindo e lutando
por dias felizes.
Em terra desolada
fincou suas raízes.
Resistiu dentre pedras,
dentre lobos ferozes,
dentre garras afoitas,
dentre lanças velozes.
Vingará o grão regado
com as lágrimas de tuas crianças.
Germina germano,
germana a esperança.
FELLIPE KNOPP
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